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Patilene e seus posts |
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Domingo, Fevereiro 29, 2004 Agora eu sou chique, bem! Sou dona e proprietária de um fotoblog! Patilene e suas fotos
Quinta-feira, Fevereiro 26, 2004 Incêndio no prédio da Eletrobras Aterro do Flamengo, sentido Zona Sul - Centro e subida da Perimetral Perimetral - Fotos tiradas por volta das 14:30
Quarta-feira, Fevereiro 25, 2004 Confira os preço$$$! Como eu ia dizendo, adoro brincar de casinha, e isto inclui uma ida ao supermercado. Gosto de ver as novidades nas prateleiras: novos produtos, novas marcas, novos sabores. Só não gosto de novo$ preço$. Nem de preço$ diferente$.
Sábado de carnaval, feliz pela conquista da Taça Guanabara, resolvi comemorar no Bon Marché do Carioca Shopping. Programaço! Listinha na mão, escolho bem o carrinho (a maioria anda sempre em direção oposta à que queremos) e rumo triunfante mercado adentro. É preciso um trabalho de logística para saber o que pegar primeiro (o que for mais pesado) e o que deixar por último (os ítens de geladeira). Sigamos. Não sei exatamente o que me levou a conferir o preço do papel higiênico Neve naqueles leitores de códigos de barras espalhados pelo supermercado. Estava lá na prateleira, R$3,25. Por que duvidar? Ora, na maquininha só podia mesmo aparecer... R$3,39. Opa! Peraí! Tá diferente! Shi... Com a pulga atrás da orelha, resolvo checar o preço do papel toalha Kitchen. Dois a zero, ou melhor, R$1,89 no cartaz-quase-um-outdoor pendurado na parede contra R$2,29 na leitora. Uma diferença de 40 centavos. A moça ao meu lado se espanta, pega um produto qualquer de seu carrinho, confere o preço e... bingo. Estava mais alto também. A partir daí, passei a conferir o preço de item por item que estava comprando. Deu um trabalhão danado, é verdade, mas eu não podia simplesmente pegar os produtos e pagar por eles sem ter certeza de que não estava sendo enganada. Eu até perguntei a um funcionário se o preço que aparecia nas maquininhas era o mesmo do caixa, só para evitar micos maiores. Obviamente, a resposta foi sim. Na inglória rotina que se tornou o "pega-o-produto-na-prateleira", "localiza-a-maquininha-mais-próxima" e "confere-o-preço", ainda peguei mais dois produtos com preços diferentes: o atum Coqueiro light, que de R$3,40 subia para R$3,62, e o suco de manga Jandaia, que de R$2,27 pulava para R$2,67.
No caixa, aviso logo à mocinha do problema e ela chama o fiscal. Explico para ele todas as diferenças, devidamente anotadas na minha listinha. Ele não se preocupa em checar nada. Aceita o que falo sem contestar. Passa seu cartão na registradora, digita os preços que eu falei e passa meus produtos. Por que será que ele não foi conferir nenhum dos produtos? Preguiça? Ou será que este golpe deles em cima dos consumidores é mais comum do que eu pensava?
Terça-feira, Fevereiro 24, 2004 Cão que ladra, não morde Perfeito para mim, isso. Já repararam que tudo que prometo fazer ou continuar no dia seguinte eu simplesmente não faço ou não continuo? Pois é. Assim foi com a história do Ponto Frio, assim está sendo com a história do supermercado. Mas é que, volta e meia, acontece alguma coisa no lado não virtual da vida que acaba me "roubando" os preciosos minutos que dedicaria à escrita. O último ladrão de tempo foi o trabalho. Plantão domingo, segunda, terça e... amanhã, às 6 da manhã. E eu não sou médica! Como é impossível não ficar até tarde vendo os desfiles pela tv, só resta um caco de ser humano agora, ao fim do carnaval. E eu nem fui a Ipanema... Por falar em Ipanema, minha muy amiga Bá acabou de me ligar de lá. Tava na esquina da Farme. Tava vendo... humpf, xapralá. Já fiquei com água na boca mesmo, já esbravejei, já esperneei. Mas eu dormi das 3 às 7 e meia da noite. Vai ficar pra outro carnaval. Bem, não vou latir à toa, isto é, não vou dizer aqui o que pretendo fazer amanhã senão eu não faço mesmo. Quem sabe, assim, quietinha, eu amanhã não dou umas boas mordidas, digo,não cumpro tudo que andei prometendo?
Sábado, Fevereiro 21, 2004 Eu adoro brincar de casinha. E isto inclui uma ida ao supermercado - sozinha. Eu adoro ficar passeando por aqueles corredores enormes, tentadores (!!!), descobrindo novos produtos, novas marcas e blá blá blá. O problema é que eu sou chata. Sim, chata. Se algum dia eu tive dúvidas de que era chata, tive a comprovação neste fim de semana. Sou chata com tudo, principalmente com preços e serviços mal prestados. Tudo começou ontem, quando levei meu carro à concessionária Simcauto. O bichinho amanheceu com problema de garganta. Rouco que só, a chiadeira aumentava quando falava mais alto, digo, quando eu acelerava mais. O primeiro diagnóstico foi de que o problema era com a bomba d'água. Mão de obra das mais caras, já que precisava desmontar um monte de coisas até chegar na dita cuja. Fazer o quê, né? Voilá, que desmontem tudo. À tarde, depois de uma verdadeira via crúcis pra conseguir falar por telefone com o consultor técnico, este me diz que o carro já estava pronto e que nem tinha sido necessário trocar a peça (a bomba). "Legal", pensei eu, "acho que não vou gastar os 500 paus que tinham orçado." Como desgraça pouca é bobagem, o consultor me diz que há um outro barulhinho no carro. Mas o tom dele não me parecia grave, então achei que não seria nada demai$. Peguei um táxi. Cheguei lá e mofei por meia hora até o consultor se desocupar. Ele me levou até o carro, me pediu pra entrar, ligou o carro e, imediatamente, o ar condicionado. "Tá ouvindo esse uuuummm? Pois é, é o compressor do ar! Tá com problema!" Bem, que eu saiba, sempre há algum barulhinho quando o ar está funcionando. Não achei nada de anormal. Mas, enfim, ele é consultor né... Resolvo relaxar e... "Ué? O barulho continua! O ronco! Não melhorou!" Paramos o carro adiante e aí começou a tentativa de enrolar a moça baixinha com cara de novinha que veio sozinha pegar seu carrinho que tava com barulhinho. Ele me fez esperar mais um pouco, foi atender outro cliente, homem. Mais não sei quantos minutos e ele voltou. Humpf! Não é que o cara quis me dizer que aquele barulho era outro? Ora, pipocas! O carro é meu e não sou surda. Nem burra. Não sei onde fica a rebimboca da parafuseta, é verdade, mas sei que aquele barulho era o mesmíssimo de antes. O consultor quis dizer que o barulho que eu havia escutado de manhã tinha sido resolvido, que era a correia da bomba que tava frouxa e não sei mais o quê. E o golpe final: o "novo" problema levaria uns quatro a cinco dias pra ser resolvido, teriam que abrir o motor e custaria entre dois e dois mil e quinhentos reais. Como disse a minha amiga Bá, o consultor viu que tava falando com uma moça sozinha. Ele só não sabia com que moça sozinha ele tava falando. Disse na cara dele que o ar condicionado não tinha problema algum. Disse que não tinham resolvido o problema. Disse que perdi meu dia inteiro e não tinham feito nada no carro. Disse que tinha ido buscar o carro achando que estava bom mas que tava saindo com ele igual ou pior. "Você acha que eu vou pagar 500 reais sem ter o problema resolvido? E você acha agora que vou pagar dois mil pra vocês abrirem o motor e, de repente, chegaram à conclusão que também não é no motor o problema? Olha aqui, fulano, não é bem assim não. Fecha esse carro agora que eu vou pra casa. Eu tenho que pensar muito bem no que vou fazer com esse carro." Dois minutos depois ele voltou com um papelzinho para ser entregue na saída e dizendo que eu estava liberada. Meu prejuízo ficou em R$15,00, que foi o que gastei de táxi, e uma folga que gastei à toa no trabalho. Tudo isso pro carro passar o carnaval na garagem, esperando a folia passar pra ser levado pra outra oficina. * * * * * Depois deste longo post, melhor deixar a história do supermercado para amanhã. * * * * * Update: não poderia ir embora sem dizer
Quinta-feira, Fevereiro 19, 2004 Vim cheia de idéias para casa. Tô cheia de fotos pra publicar (tem de ônibus torto, tem de engarrafamento kilométrico...). Um monte de coisas pra escrever. Outras tanta pra ler. Mas aquele rodízio de massas do almoço precisou de todas as minhas fontes de energia pra fazer a digestão. Não deu pra desperdiçar nem mesmo aquela que rola no cérebro... Volto amanhã, refeita, de estômago vazio.
Terça-feira, Fevereiro 17, 2004 WHAT'S UP Alô, alô, responde... O Blogger.com.br ficou inacessível para quem está fora do Brasil durante alguns períodos deste final de semana por conta de um ataque originado no exterior contra nossos servidores. Não mudamos nossa política de acesso nem estamos conspirando contra os estrangeiros. Voltaremos ao normal ainda hoje! - BloggerMan [17.2.04] * * * * * Coelhinho da Páscoa: 11 de abril (este ano) Grande abóbora do Halloween: 31 de outubro Papai Noel: 24 para 25 de dezembro e por aí vai... cada um acredita no que quiser!
Por mim, como vocês sabem, eu não postava mais aqui. Já escrevi sobre o assunto ontem e prentendia por apenas mais um último post aqui, despedindo-me, comunicando o novo endereço e contando uma história bem esquisita, envolvendo esta blogueira que vos escreve e algumas empresas das Organizações Tabajara, digo, Globo. Acontece que hoje descobri que sofro de compulsão bloguística, o que me impede de ficar sem escrever por muito tempo. Então fica combinado assim: enquanto vou pensando na nova casa, preparando a mudança, tratando da futura decoração, continuo blogando aqui mesmo. Tá bom pra você?
Segunda-feira, Fevereiro 16, 2004 Novamente, os justos pagam (e como pagam!) pelos pecadores. E, desta vez, com o aval e a conivência da Globo.com. Perdi a vontade de blogar. De blogar aqui, e não de uma maneira geral. Minha cabeça continua borbulhando, com mil e um assuntos pra escrever, mas aqui não dá mais. Isso que a Globo.com está fazendo é ridículo. A menos de um mês do prazo final, eles "avisam" que nosso limite é de 10 megas. Ridículos 10 megas. No site Web1000, você faz um cadastro gratuito e tem direito a 50, eu disse cin-qüen-ta megas de espaço para guardar o que quiser. Pois é. Aqui, onde eu pago mensalidade bonitinho, tenho direito a míseros 10 megas. E, pra completar, ninguém de fora pode ler meu blog. Tenho amigos de fora do Brasil que costumavam entrar aqui, mas já não podem mais. Alguns deles também mantinham blogs interessantíssimos, onde era possível aprendermos um pouquinho sobre a cultura e os costumes dos lugares onde vivem. Mas nada disso mais é possível porque a Globo.com resolveu achar que somos uma ilha deserta e, como tal, devemos nos manter afastados de todo e qualquer continente e vida inteligente. Como desgraça pouca é bobagem, por duas vezes neste fim de semana tentei entrar no meu blog e recebi aquela indefectível resposta de congestionamento na rede. Isto nunca tinha acontecido antes. Mas, vai ver, é a quantidade de gente legal desesperada, tentando salvar alguma coisa dos seus pertences. Sim, porque só gente legal se preocupa em tentar salvar seus arquivos. O pessoal que só se preocupava em manter sites com palavrões no lugar dos nomes e coisas afins, esses não estão nem aí pra nada. Por essas e outras estou providenciando minha mudança. Eu até tinha soluções paliativas para contornar a questão do espaço mas não dá. A situação está insustentável. Levantarei acampamento daqui. Terá que ser aos poucos, já que envolverá alguns custos. Se eu pudesse, faria a mudança agora mesmo, a toque de caixa. Mas não dá, ainda tenho conta$ a acertar no próximo mês. Mas já vou providenciando tudo, aproveitando pra pensar nos ajustes que tanto fiquei devendo aqui. Quero minha nova casa muito bem decorada, sabe. Coisa fina, chique. Hehehe. Quando for a inauguração, avisarei aos amigos.
Sexta-feira, Fevereiro 13, 2004 Fiz bobagem. Apaguei coisas demais. Como vocês vêm, apaguei o título do blog. E não tenho mais o arquivo. Não me perguntem por quê. Peguei o nome de todos os arquivos que publiquei no blog. Apaguei o que não tava na lista. Esqueci que algumas imagens estavam no template... Vai ficar pra depois.
Quinta-feira, Fevereiro 12, 2004 Pensei que só ia ter que fazer minha mudança mais pra frente, mas tava enganada. Ela está mais próxima do que eu podia imaginar. Faltando menos de 20 dias para acabar o mês, a Globo.com resolve avisar que a partir de 1º de março só teremos direito a 10 megas. Email avisando? Claro que não. Sou assinante, pago todo mês religiosamente e corria o risco de não ter tempo hábil para salvar meu blog. Agora vejo que ele não poderá morar aqui por muito mais tempo, visto que estou quase na marca do gol. Estou tendo um tremendo trabalhão, lendo o blog desde o início, clicando em cada imagem, copiando o nome do arquivo, pra depois comparar lá no gerenciador e ver os que estão sobrando e, quem sabe, conseguir resgatar 1 mega (talvez?), que me garantirá mais alguns dias de escrita. Então tá. Globo.com já era. Eca. * * * * * Tive uma idéia, mas que também vai me dar um p**@ trabalho: transferir minhas imagens para o disco virtual do Uol, ao qual eu tenho direito, e depois editar TODO SANTO POST QUE TEM UMA IMAGEM, e mudar o link. Em 2005 eu acabo.
Quarta-feira, Fevereiro 11, 2004 Engraçado. Há tempos vinha pensando em sugerir ao Blogger Brasil que tivéssemos acesso aos nossos arquivos, ou melhor, que pudéssemos de alguma forma gerenciá-los. Só que descobrir um canal de comunicação com eles é tarefa McGyver, e eu sou uma simples Mulher Maravilha (céus, quanta modéstia!). Pois não é que agora existe um Gerenciador de Arquivos? Genial. Fui lá conferir. Já gastei 7,8 dos 10 megas a que tenho direito. Acho melhor parar de postar, pelo menos enquanto não acho uma maneira mais eficiente de gerenciar o blog como um todo. Tô pensando em fazer uso do meu espaço em disco virtual que tenho direito no Uol. Subo as imagens lá, linko aqui. Sim, isso dará um trabalhão. Não solucionará mas remediará a situação. Agora vou dar uma olhada nos tais arquivos. Deve ter muita coisa pra apagar e talvez eu consiga emagrecer um pouco o Patilene e seus Posts. Diversas vezes subi imagens que acabei não utilizando. Outras, quis modificar a imagem mas, apesar de ter um aviso que diz que arquivos com mesmo nome serão sobrescritos, isso não acontecia. E então eu tinha que renomear a imagem e subi-la de novo, ficando uma a mais lá no servidor. Bem, é isso. Hã? O que? Não ouvi. Repete mais alto! Aahhhh, sim... É... errr... bem... de fato eu havia prometido algumas coisinhas, como escrever uns certos textos e mandar umas certas fotos. Mas hoje é aniversário do meu pai e minhas tias e primos apareceram aqui de surpresa, com pizza e torta. Vocês acham que eu ia trocar pizza e torta por Blogger em dia de mudanças demais pra minha cabeça? Haha! * * * * * P.S.: imediatamente após digitar este post a minha conexão do Velox caiu. Foram quase 30 minutos de espera para ser atendida pelo primeiro operadopr que, após esgotar todas as tentativas, me fez esperar mais uns 10 minutos por outro técnico, que finalmente, após mais uns 15 minutos, resolveu o problema. Cá estou eu de volta, façam as contas quanto tempo depois, navegando em banda larga. Entretanto, com o avançado da hora, não tenho tempo para mais nada. Gerenciarei os arquivos deste blog amanhã. Agora vou deitar e ficar vendo a polêmica em torno da Antonella, que está ocupando 2 programas de tv de canais abertos ao mesmo tempo. Quantas opções o povo brasileiro tem!!! Eca. Nojo.
Terça-feira, Fevereiro 10, 2004 E cá estou eu com minhas desculpas estapafúrdias... 1) desculpem-me por não ter escrito sobre o Ponto Frio ainda; 2) desculpem-me por não ter escrito sobre o show de sábado ainda; 3) desculpem-me por não ter enviado as fotos ainda a quem prometi; 4) desculpem-me por tudo que esqueci de pedir desculpas. Mas é que ontem precisei sair à tarde e depois o Velox resolveu dar uma de provedor gratuito e ficar caindo a torto e direito. Conexão discada lá em casa eu me recuso. Não deu. Mas hoje, quem sabe... Siano: mandarei suas fotos hoje. Pablo: mandarei o texto hoje. Ponto Frio: aguardem uma carta de reclamação como vocês jamais receberam. * * * * * Update: sugaram minhas energias. Vou ligar meu recarregador. Por enquanto, estou fora da área de cobertura E desligada...
Domingo, Fevereiro 08, 2004 Sim, eu estou devendo a história do Ponto Frio. Sim, eu estou devendo meus comentários sobre o show de sábado. Não, eu não vou escrever nada agora, porque... Sim, eu trabalhei hoje. Sim, eu estou cansada. Sim, eu vou dormir. (e acreditem: ficaram muitas outras pendências, além dessas duas aí de cima)
São quase 2 da manhã. Há pouco cheguei do show do Fábio Keldani, com participação da Raíza. Amanhã (hoje, mais tarde...) escrevo sobre o show. Agora preciso jogar Gold Strike. Heeeeeeeeelllllppppppppp! Alguém me livra deste vício!!!
Quinta-feira, Fevereiro 05, 2004 Viciei nesse jogo!
Quarta-feira, Fevereiro 04, 2004 Hoje acordei feito a Jeannie: engarrafada. Às 6:10 da manhã já estava presa no congestionamento causado por um acidente na Av. Francisco Bicalho, perto da Leopoldina.
Só fiquei sabendo do ocorrido quando cheguei no trabalho. A batida entre um caminhão e um trem de carga tinha sido às 3:30 da manhã. Foi então que me dei conta do quão despreparados nós somos para situações emergenciais. Não há vias alternativas por ali, a CET-Rio interditou a descida para a Leopoldina exatamente onde a descida começa, em vez de começar a afunilar o trânsito um pouco antes, usando aqueles cones. As notícias não fluem tão rápido quanto eu achava que fluíam - e quanto eu acho que DEVAM de fato fluir. E ainda temos trens cruzando vias de grande movimento. Por falar em cruzamentos, esta última foto foi tirada na esquina da Rua Irapuá com a Guaporé, por volta das 13:30. Para quem não conhece, fica na zona norte do Rio, na Penha Circular, quase chegando no meu bairrro, a Vila da Penha. Bem próximo do Hospital Getúlio Vargas, relativamente próximo à estação de Brás de Pina. Sabe como é, né, tenho que esclarecer nos mínimos detalhes. Caso contrário, podem achar que eu moro na roça. A julgar pelo meio de transporte da foto... * * * E no capítulo de amanhã não percam: como a loja Ponto Frio age de má-fé, prejudicando os clientes, que ainda por cima são maltratados por um de seus gerentes. Tem foto e tudo!
Alguém de muita coragem deixou o seguinte comentário para mim: "vc fala dos modelitos das apresentadoras, mas o seu não está nada agradável, hein?!" A pessoa não assinou o comentário, como é costume dos covardes, e também não deixou email nem endereço de página, como agem de fato os medrosos. Esse tipo de pessoa, que agride apenas pelo prazer de agredir mas não é gente suficiente para assumir o que fala, tem se proliferado na internet. Invadem blogs alheios apenas para deixar comentários esdrúxulos, repletos de palavrões e xingamentos. Nada têm a acrescentar. Eu mesma já cansei de encontrar comentários aqui no Patilene recheadas de palavrões e ofensas a troco de nada. Julgam-me como se eu fosse uma empregada obrigada a produzir aqui um blog à altura da sapiência suprema de tais... pessoas (falta-me termo mais apropriado para referir-me a estes seres). Dizem que este blog é um lixo, e daqui pra baixo. Assinam com palavrões, daqueles mais pesados. Removo todos eles, pois não acho justo que grandes amigos que visitam este site com freqüencia deparem-se com tamanhas blasfêmias. O que estas... pessoas conseguem é apenas gastar tempo, banda e congestionar mais a rede. Agem contra si mesmos, contribuindo para que o tráfego torne-se mais e mais lento. E ainda se acham os reis da cocada boa (não é nenhum trocadilho com um determinado site humorístico de nome parecido; trata-se apenas de um velho ditado). Não conseguem compreender uma coisa muito simples: cada um escreve o que quiser no seu espaço, desde que, torno a repetir, não ofenda a moral nem denigra a imagem de ninguém. Mas inteligência e perspicácia não são qualidades deste tipo de... pessoas, que devem sentir-se os tais por escreverem os absurdos que lhes vêm à cabeça sem se identificar. Mas é aqui que está o engano. Engana-se quem acha que navega anônimamente na internet. Engana-se quem pensa que pode fazer o que quiser sem ser identificado. Engana-se quem acredita que pode entrar aqui e deixar um comentário desses sem que eu saiba quem foi. O IP tá guardadinho, a rota foi traçada, o anônimo não é mais tão anônimo assim. Comentei, sim, sobre os modelitos de algumas apresentadoras de telejornais. Na minha opinião, não condiziam com a ocasião. Como o blog é meu, tenho todo o direito de escrever aqui o que eu bem entender, desde que não agrida nem denigra a imagem de ninguém. Meus comentários não utilizaram palavras de baixo calão, grosserias nem xingamentos. Apenas expuseram, de uma maneira leve e até mesmo irônica, a minha opinião. Desculpem-me se estou sendo repetitiva, mas há quem só entenda por meio da repetição ad eternum. Portanto, repitam comigo: a autora deste blog tem o pleno direito de expor a sua opinião É difícil mesmo agradar a gregos, troianos e idiotas. Fico com os dois primeiros.
Sábado é dia de show! Conheci os dois na oficina que fizemos ano passado e de cara dava pra perceber o talento enorme dos dois. Raíza, do alto dos seus "13 anos", tem uma voz que deixa muita cantora de sucesso no chinelo. Super carismática, madura mas nem um pouco pedante, ao contrário de muita estrelinha-mirim espalhada por aí. Fábio é multi-artista: é ator, compositor, cantor e, se bobear, assovia e chupa cana. Brincadeiras à parte, os dois são muito bacanas mesmo e vale muito a pena ir assisti-los. A Casa de Cultura da Estácio de Sá fica na Rua Érico Veríssimo, 359, Barra da Tijuca. Os telefones são 2494-1023/1024/1025. ![]()
Terça-feira, Fevereiro 03, 2004 Como assim já passa das 10 da noite? Credo, a hora voou hoje! Agora, vamos so paredão do Big Brother. Programaço de terça à noite...
Subi no elevador agora com uma vizinha com quem encontro muito pouco. Em 10 segundos de subida, não deu pra gente conversar sobre a crise mundial ou sobre os cangurus australianos. Deu, no máximo, pra ouvir que o tempo parece não ter passado para mim, que ainda pareço a mesma garotinha de quando viemos morar neste prédio. Isso já faz mais de 20 anos. Imediatamente, lembrei da música da Cássia Eller. Eu nem era muito fã dela mas acho que estes versos me caíram muito bem agora. Não como uma luva, que é muito levinha. Como uma pedrada mesmo, na cabeça. "Quem sabe ainda sou uma garotinha Esperando o ônibus da escola sozinha..." Sinceramente, não sei se é bom ou não ainda ser a garotinha que esperava o ônibus da escola sozinha. Vou ali chorar um pouquinho e já volto.
Bem, continuarei aguardando o próximo capítulo desta novela...
Segunda-feira, Fevereiro 02, 2004 Me assustei agora com a Sheila Carvalho na Hebe. Pena que não peguei a máquina a tempo...
O que fazer quando o seu próprio provedor PAGO resolve entupir sua caixa postal com spam? O provedor Uol tem um serviço OPCIONAL de envio de boletins para seus usuários sobre os mais variados assuntos. Por OPCIONAL, entendo que seja algo que eu possa... OPTAR! Yeees! Yeeees? Nooo! Sempre optei por não receber tais boletins. Já me dava por satisfeita com a quantidade de spam, cada vez maior, diga-se de passagem, que entra em minhas caixas postais diariamente. Mas há umas 3 ou 4 semanas comecei a receber as tais mensagens em algumas das minhas contas. Na primeira vez, achei que fosse algum engano, ou então que fosse algum boletim novo, cujo recebimento eu ainda deveria cancelar. Cliquei então no link ao final da mensagem, que me levou à página onde optamos pelo recebimento ou não dos boletins, e constatei que não havia nenhum boletim marcado para envio. Mesmo assim, marquei a opção "não receber nenhum boletim" mas, ao tentar finalizar a operação clicando em "CONFIRMAR", recebi a mensagem que nenhuma alteração havia sido feita. Mandei email para lá. Não responderam. Mandei de novo. Pediram o cabeçalho da mensagem. Mandei. Demoraram tanto para responder que deu tempo de chegaram novos "boletins". Humpf! A partir daí, foi uma sucessão de emails e conversas no bate-papo, todas infrutíferas. Numa das vezes que encaminhei um dos boletins para eles, com o cabeçalho copiado e colado, me responderam alertando que muitas vezes os spammers usam endereços falsos... blá blá blá, e terminavam pedindo... O CABEÇALHO! Ou seja, posso concluir que nem leram minha mensagem inteira! Na quinta passada, um funcionário me ligou de São Paulo para o celular. Falou as mesmas asneiras. Chegou a perguntar se eu usava o anti-spam deles (um elefante branco, diga-se de passagem), que só funciona no webmail. Todos os emails que eu encaminhei mencionavam que utilizo o Outlook Express. Até que ele resolveu admitir que de fato havia acontecido um problema nos servidores. Aí fiquei possessa. Como é que o cara me aluga no telefone, faz um monte de pergunta idiota, como se estivesse tentando achar a causa do problema, se no fundo ele já sabia que o problema era lá? Resultado: após uns 15 minutos de celular, nada resolvido. E cá estou eu, 4 semanas de spam depois, esperando ver até onde esta história vai.
Este é o modelito com o qual Fátima Bernardes apresentará o Jornal Nacional daqui um pouco. Um bleiser amarelo, com debruns abóbora e um outro tom mais escuro. Outro dia eu já tinha ficado pasma com as moçoilas do Jornal do SBT (que ainda estão em vantagem!). Tá faltando personal stylist nos bastidores dos telejornais! Alguém se candidata?
Tô chateada hoje.
Perdi um pouco do ânimo. Pode ser que o engarrafamento que peguei na Av. Brasil hoje, às 6 da manhã (!) tenha alguma coisa a ver com isso. Pode ser. Pode não ser também. (Pra falar a verdade, eu sei muito bem que não é) Sei que é uma tremenda bobagem, que não deveria pensar assim. Mas penso. E, se penso, blogo.
Clique na imagem para vê-la maior Será que o MyDoom atingiu a Globo também?
Domingo, Fevereiro 01, 2004 Acabei de ouvir no Fantástico, de uma produtora de estilo de artistas e celebridades, como ela mesma se definiu: - Vamos dar uma hypada? Não sabe o que é? Deixar mais hype! Ah, tá.
Tirei as duas notinhas a seguir da coluna Gente Boa, do Joaquim Ferreira dos Santos, publicada no Segundo Caderno do jornal O Globo: A nível de arghh! Depois do "a nivel de", do "então", do "enquanto gente" e do "vou estar enviando", eis que novo paulistês assombra a língua. Você agradece, diz "obrigado", e do outro lado do telefone a moça do banco de 450 anos responde, "obrigada eu". É de matar. * * * Cena carioca Quarta-feira, 17h, menino de 6 anos desce a escada rolante do Cinemark-Downtown. Numa das mãos traz um saco de pipoca comprado no cinema. Na frente do saco, em garrafais, "Sexo, amor e traição". Nas laterais, "Nova Schin, experimenta". The end.
O sorvete ficou para amanhã. Depois de rodarmos um pouco por Copa, acabamos parando no bom e velho Sindicato do Chopp do Leme. A boa de hoje foi a pizza mesmo. * * * Update: este post pertencia ao sábado, mas como já tinha passado da meia-noite e eu não percebi... Agora é tarde. Se eu apagá-lo para colocar no dia de ontem, apago os comentários. Xapralá.
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